Teste: Nissan Kicks S 1.6 CVT – boa opção no mundo dos SUVs

Versão “mais básica” do SUV da Nissan, mas sem pedal de embreagem, vai bem em vários requisitos, mas peca em um fundamental

O Nissan Kicks S CVT é a versão mais barata que você pode adquirir do SUV/Crossover japonês no mercado brasileiro.

Aliás, o Kicks é um caso de sucesso da Nissan no País e, no fechamento de agosto apurado pela FENABRAVE, o modelo vendeu 3.887 unidades no mês de agosto, ficando em 19º na tabela geral, logo a frente do Hyundai HB20S, que vendeu 3.536 unidades. No fechamento do ano entre os SUVs, o Kicks é o atual quarto colocado com 35.011 veículos comercializados, logo atrás de Hyundai Creta (36.195), Jeep Compass (39.046) e Jeep Renegade (44.024).

Todo este sucesso tem uma respostas simples: o Nissan Kicks é bonito, bem acabado e com preço acessível em relação à concorrência. O modelo que avaliamos, a S CVT, sai por R$ 85.990 e é bem equipada, com destaque para a central multimídia com conectividade Android Auto e Apple CarPlay, bom acabamento interno e conforto de suspensão elogiável, talvez o melhor da categoria.

O motor 1.6 Flex de 114 cv e 15,5 kgfm assusta na ficha técnica pelos números pacatos, mas o câmbio CVT da Nissan consegue ser eficiente ao ponto de você esquecer que não tem tanta potência e nem força, aproveitando e fornecendo sempre o que é preciso e na hora certa.

O Kicks só decepcionou em um ponto: o consumo de combustível. Em nossos testes em circuito urbano e com ar-condicionado ligado, ele registrou média de 6,2 km/l. Talvez a falta de amaciamento do motor seja uma explicação para isso, mas é bom abrir o olho.

Quer conferir a avaliação completa do modelo? Assista ao vídeo abaixo:

Para detalhes do visual, itens de série e acessórios, acesse o vídeo abaixo:

Galeria

Stock Car Pro Series Interlagos 2025 Felipe Fraga, César Ramos Lucas Foresti

Decisão polêmica, bandeira vermelha e caos: Fraga é bicampeão da Stock Car

Felipe Fraga conquistou neste sábado (13) o título da temporada 2025 da Stock Car Pro Series ao vencer a corrida sprint da Super Final, disputada em Interlagos. A definição do campeonato, no entanto, ficou marcada por uma decisão polêmica dos comissários da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), que interferiu diretamente no resultado da prova e selou o desfecho da disputa pelo título ainda antes da corrida principal.

LEIA MAIS »